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Por que Adistec Media & Entertainment Business Unit?

A experiência da Adistec em impulsionar as vendas de fluxos de trabalho em nuvem deve ajudar a acelerar as receitas de assinatura da Avid e Brightcove.

A expertise localizada da Adistec para acelerar a logística, finanças e outros processos na região para acompanhar a demanda por ferramentas e soluções de criação e gerenciamento de conteúdo nos mercados de televisão, cinema, música e educação.

Fundada em 2002, nossa organização oferece 100% de soluções de TI por meio de canais e agora estamos expandindo nosso portfólio para nos tornarmos líderes em distribuição de valor agregado de mídia e entretenimento em toda a região.

Nossa equipe de marketing apoia o canal durante todo o ciclo de negócios com atividades de geração de demanda, treinamentos, incentivos e aceleradores para o fechamento da venda.

A Adistec complementa suas ofertas com serviços em nuvem executados em diversos datacenters proprietários, além de amplos serviços de consultoria e educação. A Avid é a parceira inaugural da recém-criada prática de mídia e entretenimento da Adistec, com um novo Avid Nexis Storage System já instalado em nosso Datacenter de Miami, pronto para ser usado em Demos e POCs.

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Nosso Portfólio

Para manter seus dados seguros, empresas precisam investir em "3 Ps": pessoas, produtos e processos

abr 3, 2024, 11:59 by Daniela Pacífico
À medida em que o mundo digital se expande, os ciberataques crescem, principalmente o lucrativo ransomware.

Por Silvio Cardoso, Product Sales Manager NetApp na Adistec Brasil

À medida em que o mundo digital se expande, os ciberataques crescem, principalmente o lucrativo ransomware. Com os adversários se tornando capazes de executar tarefas com consistência, sofisticação e em escala, esse tipo de ataque se tornou o maior risco cibernético que as companhias já enfrentaram e a tendência é que continuem crescendo em 2023 causando prejuízos na casa de bilhões de dólares.

Na RSA Conference 2020, conferência de cyber security que reúne mais de 45 mil profissionais anualmente, o investigador do FBI, Joel DeCapua, revelou um dado alarmante. De 2013 a 2019, os grupos de ransomware faturaram mais de US$ 144 milhões, mas em 2020 apenas, o faturamento dos grupos foi registrado em US$ 692 milhões, demonstrando que os grupos se tornaram verdadeiros ecossistemas criminais muito lucrativos.


Diante dessa realidade, a pergunta que faço é: como ter resiliência nos negócios e estar preparado para enfrentar esse cenário tão hostil? A busca pela ciber-resiliência, ou seja, a capacidade de uma organização em resistir e se recuperar com eficiência de ciberataques, minimizando os impactos no negócio e mantendo a continuidade operacional, vem crescendo a duras penas nas empresas.

Um levantamento da consultoria Osterman Research, especialista em pesquisas de mercado, publicado no mês passado e realizado com 570 profissionais em funções de gestão de risco e segurança sênior em organizações com mais de mil funcionários, mostrou que 86% dos entrevistados possuem um programa de cyber resilience, porém mais da metade (52%) dos entrevistados confirmaram que ele não é abrangente o suficiente e não possui métricas para comprovar seu funcionamento.


É desafiadora a conquista da ciber-resiliência, principalmente para negócios que não possuem TI como seu core business e consideram muito alto o investimento em tecnologia. Se os tomadores de decisão calculassem o valor do prejuízo caso a operação parasse, concluiriam que o investimento vale a pena.

O último salto tecnológico do setor de armazenamento de dados tenta uma articulação mais completa entre os fatores que geram vulnerabilidades, alinhando recursos de storage com inteligência artificial, apresentando soluções que envolvam mais as pessoas e seus processos e estimulando ao usuário uma postura mais segura.

No caso do storage de dados, evoluem as soluções que possibilitam às companhias terem suas informações disponíveis e recuperáveis – em casos de desastres naturais, falhas de aplicativos e ameaças cibernéticas – e ao mesmo tempo, que sejam capazes de detectar incidentes antes que causem danos.


Com a implementação de medidas de redundância, segurança em camadas, backup, recuperação de desastres e monitoramento, as organizações podem fortalecer a resiliência de seus sistemas, principalmente de armazenamento, e mitigar os riscos associados a ataques cibernéticos e falhas de infraestrutura.

Um dos motivos para a elevação nos ataques de ransomware foi a concretização do crime como um modelo de negócio, conhecido como RaaS (ransomware as a service), onde os grandes provedores de software maliciosos dificultam sua identificação, terceirizando os ataques. Sem um controle rígido de acesso, e uma estratégia diferente, a vantagem econômica e a disseminação desses softwares podem favorecer os criminosos.

A resposta então deve estar no mesmo sentido que seguem as novas tecnologias de armazenamento. Não basta a aquisição de um produto, mas que ele também envolva as pessoas, incite mudanças comportamentais, exigindo delas processos mais seguros.

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